Ministério do Mar aprova linha de crédito de 20 milhões para apoio à pesca e aquacultura



No passado dia 8 de Maio, no Porto, no Seminário “A Propriedade Intelectual na Vida da Empresa”, tivemos oportunidade de abordar, entre outros temas, a questão da divulgação de informação crítica por parte de empresários, criadores e investigadores.
Em matéria de conteúdos potencialmente alvo de direitos de propriedade industrial, convém ou não ter alguns cuidados, sobretudo nos momentos que antecedem a constituição de uma empresa ou a entrada em produção ou lançamento de um novo produto ou serviço?
O Euromilhões e a Publicidade Enganosa
Apesar de viver na capital há mais de cinquenta anos, gosto de viajar pelo Norte do país, ou não tivesse eu nascido e criado até aos onze anos no sopé da Lusitânia. Assim, na semana passada, meti-me no carro com destino à região do grande Porto, isto é, a “Invicta” cidade e toda a zona limítrofe. Estendemos, eu e a minha companheira de viagem, a visita até Vila do Conde , Póvoa do Varzim, etc. Como sou um apreciador de café, a popular “bica” (em Lisboa) ou o “cimbalino” (no Porto) e também um adepto e frequentador dos cafés, hábito que me vem desde a minha vida de estudante, procuro juntar o útil ao agradável e só não dou largas à satisfação desses dois hábitos (bebida e estabelecimento), porque a saúde me limitou à toma de duas “bicas” diárias. Nesse sentido, entrei no “Café Aroma Vivo” (agradável até no nome), no Largo das Dores (este já a lembrar quantas dores passam muitos dos poveiros pelas desgraças que o mar lhes traz) e pedimos duas bicas. Como o passeio estava a correr maravilhosamente e porque o café tinha também os jogos da Santa Casa, resolvi apostar no euromilhões, adquirindo duas apostas aleatórias. Pensei e disse para os meus botões, se está tudo a correr tão bem, desde que partimos de Lisboa, estarei então numa “maré de sorte”, por que não arriscar? Afinal, sempre é um “jackpot” de 51,6 milhões de euros, como os cartazes exibiam.
O regresso antecipado de Portugal aos mercados responsabiliza os actores económicos para um novo desafio de ambição. As empresas começam a ter um contexto mais estável para o seu trabalho, mas terá que ser a banca a dar um sinal de confiança. As autoridades portuguesas têm que ser firmes na definição de uma “agenda de mudança” que mobilize os agentes empresariais e outros para as reestruturações que têm que ser levadas a cabo. Ou seja. Os agentes empresariais, para utilizar a feliz expressão de Ram Charan recentemente em Lisboa, “têm que reinventar a sua missão, alterar a estrutura de financiamento e projetar novos produtos e serviços para o futuro”. A confiança da banca não pode ser um sinal – tem que ser um acto de compromisso efectivo.
Uma das características do pensamento científico moderno, nas ciências naturais como nas ciências sociais, é a proibição tácita de se falar de Deus. E, no entanto, nenhuma civilização, passada ou presente, alguma vez existiu sem a ideia de Deus. A civilização ocidental ou cristã não é excepção.










