Crónicas do autor:

Qual o antónimo de Luxemburgo?

O Luxemburgo é um duplo paradoxo. Primeiro, tem um mercado interno diminuto, cercado por vizinhos poderosos e ambiciosos, sem acesso ao mar e sem recursos naturais. Apesar disso é o país mais rico da EU-14. Segundo, é também o país mais produtivo ...
Nota de fecho

Damnatio Memoriae

A condenação da memória era uma forma do senado romano desonrar quem tinha trazido descrédito sobre o estado ou traído o povo. Em Portugal esta condenação deve-se aplicar hoje mais que a indivíduos, a alguns grupos dentro de uma (des)generação.

Hispaniola: uma ilha, duas realidades

Foi na ilha Hispaniola em que Colombo desembarcou em 1492 e iniciou o grande projecto chamado America. Durante muito tempo sob uma única administração (espanhola) a ilha encena hoje, mais que dois países (República Dominicana e Haiti) duas ...
NOTA DE FECHO

Esparta, Roma, Euclides e a Imigração

Esparta e a república romana partilharam muitas características. A começar pelas instituições. Dois regentes (reis em Esparta e cônsules em Roma); vários magistrados com poderes suficientemente relevantes para interferirem no poder daqueles (éforos ...

Factfulness

Nos países pobres que % das meninas termina o ensino primário? 20%, 40% ou 60%?
NOTA DE FECHO

Fantasias

As universidades estão cheias de cursos sobre liderança. Liderança e globalização. Liderança e gestão da mudança. Liderança no século 21. Ou (nas mais modestas) simplesmente… liderança.

O cerne da questão

O PIB per capita português é 72% da média europeia. Isto é, se “pegarmos” nos gregos + italianos + espanhóis + por aí acima todos da UE-15 e eles ganharem 10, os portugueses ganham 7,2. Se ganharem 20, ganhamos 14,4.

O Fbi, J. Comey e a corrupção em Portugal

No ranking da transparência internacional, Portugal ocupa o 29º lugar, isto é, há 28 países mais transparentes que Portugal. O que dado que a UE só tem 27 países não deixa de ser significativo.

Perguntar não ofende (e sobretudo apenas de 15 em 15 dias)

Perguntar não ofende? Depende obviamente da pergunta. E de quem a faz. Porque há quem nos ofende só se disserem (ou pensarem) bem de nós. Mas as perguntas são sempre fundamentais. Porque é através delas que ficamos a saber o mundo em que os outros ...

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